quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Projeto Família na Escola

melô do Tirulilulilo

Aviso Para os Alunos sobre os Trabalhos Individuais quanto a Exigência do Professor Ronnie Von: Queridos alunos, uma das principais exigencia minha para trabalhos de pesquisa individuais feitas tanto em livros quanto na internet, são as seguintes: Os mesmos devem ter a capa, a sobre capa, o desenvolvimento, a conclusão que é feita da seguinte forma, vcs irão ler o texto, e na conclusão irão explicar qual o seu entendimento a respeito do tema proposto e a folha de nota. Aqui vai o modelo:

Escola Municipal Rui Barbosa - Cruzes






Título do Trabalho




Nome do Aluno







Cruzes, Panelas-PE
2011
__________________________________________________________________________________

Nome do Aluno




Título ou Tema do Trabalho

Trabalho      exigido  pelo professor 
Ronnie Von M. Santos na disciplina 
de__________para fins avaliativos.


Cruzes, Panelas PE
2011
__________________________________________________________________________________
desenvolvimento é o texto que vcs irão pesquisar










_________________________________________________________________________________
conclusão/ após ler o texto, vocês irão fazer a interpretação escrita do mesmo. em uma folha à parte.











_________________________________________________________________________________
Folha de Nota





Nome do Aluno




____________________________________
Professor Formador







Cruzes, Panelas - PE
2011
__________________________________________________________________________________

Obrigado pela atenção!
















Projeto família na Escola




Uma Ideia Melhor
Em uma pequena cidade, a cena causava espanto e admiração ao mesmo tempo, talvez porque o protagonista da história fosse um senhor bem idoso. Ele costumava passar o dia inteiro plantando árvores. 

Certo dia, algumas pessoas que passavam por ali pararam admiradas, observando aquele ancião a plantar mudas ao longo da rua. Lisonjeado com o interesse, o velho parou seu trabalho e explicou: 
- Meus filhos andam sempre insistindo comigo para mandar fazer uma sepultura. Mas eu tenho uma ideia melhor. Obtive licença para plantar árvores nas ruas ainda não arborizadas, e é assim que estou gastando o dinheiro que poderia ser empregado num mausoléu. Já estou com 80 anos, e nunca vi ninguém procurar a sombra de uma sepultura para descansar, nem é num cemitério que a criançada vai brincar. 

Daqui a 20 anos, meu nome estará completamente esquecido. Mas meus netos e outras tantas crianças estarão aqui para admirar e usufruir destas árvores. Ademais, quem passar por estas calçadas, nos dias de calor, há de achar agradável a sombra delas.
Impressionante a lucidez daquele homem que já vivera quase um século. A sua capacidade de discernimento era maior que a dos filhos que, certamente, não queriam se incomodar com a construção de um túmulo para o velho pai, quando este fechasse os olhos para o mundo dos chamados vivos. Utilizando-se dos próprios recursos, financeiros e de forças físicas, tratou de produzir coisas úteis, ao invés de construir o próprio túmulo e esperar a morte chegar. 

Por certo deixara aos mortos, como o recomendara Jesus, o cuidado de enterrar seus mortos. Deixara para os filhos que estavam mortos para os verdadeiros valores da vida, o cuidado de enterrar aquele que pensavam estivesse morto, mas que em realidade estava mais do que vivo. Considerando-se sob esse aspecto, entenderemos por que é que quem faz o bem pensando nos outros, acaba beneficiando-se a si mesmo. E quem faz o mal, igualmente recebe a mal como resposta. 

Esse é o efeito bumerangue, ou lei de causa e efeito, ou, ainda, o "a cada um segundo suas obras", ensinado por Jesus.

Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias. Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos. Mas quem planta idéias verdadeiras, planta para a eternidade.·.


Uma Ideia Melhor
Em uma pequena cidade, a cena causava espanto e admiração ao mesmo tempo, talvez porque o protagonista da história fosse um senhor bem idoso. Ele costumava passar o dia inteiro plantando árvores. 

Certo dia, algumas pessoas que passavam por ali pararam admiradas, observando aquele ancião a plantar mudas ao longo da rua. Lisonjeado com o interesse, o velho parou seu trabalho e explicou: 
- Meus filhos andam sempre insistindo comigo para mandar fazer uma sepultura. Mas eu tenho uma ideia melhor. Obtive licença para plantar árvores nas ruas ainda não arborizadas, e é assim que estou gastando o dinheiro que poderia ser empregado num mausoléu. Já estou com 80 anos, e nunca vi ninguém procurar a sombra de uma sepultura para descansar, nem é num cemitério que a criançada vai brincar. 

Daqui a 20 anos, meu nome estará completamente esquecido. Mas meus netos e outras tantas crianças estarão aqui para admirar e usufruir destas árvores. Ademais, quem passar por estas calçadas, nos dias de calor, há de achar agradável a sombra delas.
Impressionante a lucidez daquele homem que já vivera quase um século. A sua capacidade de discernimento era maior que a dos filhos que, certamente, não queriam se incomodar com a construção de um túmulo para o velho pai, quando este fechasse os olhos para o mundo dos chamados vivos. Utilizando-se dos próprios recursos, financeiros e de forças físicas, tratou de produzir coisas úteis, ao invés de construir o próprio túmulo e esperar a morte chegar. 

Por certo deixara aos mortos, como o recomendara Jesus, o cuidado de enterrar seus mortos. Deixara para os filhos que estavam mortos para os verdadeiros valores da vida, o cuidado de enterrar aquele que pensavam estivesse morto, mas que em realidade estava mais do que vivo. Considerando-se sob esse aspecto, entenderemos por que é que quem faz o bem pensando nos outros, acaba beneficiando-se a si mesmo. E quem faz o mal, igualmente recebe a mal como resposta. 

Esse é o efeito bumerangue, ou lei de causa e efeito, ou, ainda, o "a cada um segundo suas obras", ensinado por Jesus.

Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias. Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos. Mas quem planta idéias verdadeiras, planta para a eternidade.·.

O prego
Uma nova igreja fora construída e as pessoas vinham de todas as
partes para admirá-la. Passavam horas admirando a beleza da obra!

Lá em cima, no madeiramento do telhado, um pequeno prego à tudo assistia. E ouvia as pessoas elogiando todas as partes da encantadora estrutura - exceto o prego!

Sequer sabiam que estava lá, e ele ficou irritado e com ciúmes.
- Se sou tão insignificante, ninguém sentirá minha falta!

Então o prego desistiu de sua vida, deixou de fazer pressão e foi deslizando até cair ao chão.

Naquela noite choveu e choveu muito. Logo, onde faltava um prego, o telhado começou a ceder, separando as telhas. A água escorreu pelas paredes e bonitos murais. O gesso começou a cair, o tapete estava manchado e a bíblia estava arruinada pela água.

Tudo isto porque um pequeno prego desistira de seu trabalho!
E o prego?
Ao segurar o madeiramento do telhado, era obscuro mas era útil. Agora, enterrado na lama, não só continuara obscuro, como também se tornara um completo inútil e acabou comido pela ferrugem!

Tradução Sergio Barros



O prego
Uma nova igreja fora construída e as pessoas vinham de todas as
partes para admirá-la. Passavam horas admirando a beleza da obra!

Lá em cima, no madeiramento do telhado, um pequeno prego à tudo assistia. E ouvia as pessoas elogiando todas as partes da encantadora estrutura - exceto o prego!

Sequer sabiam que estava lá, e ele ficou irritado e com ciúmes.
- Se sou tão insignificante, ninguém sentirá minha falta!

Então o prego desistiu de sua vida, deixou de fazer pressão e foi deslizando até cair ao chão.

Naquela noite choveu e choveu muito. Logo, onde faltava um prego, o telhado começou a ceder, separando as telhas. A água escorreu pelas paredes e bonitos murais. O gesso começou a cair, o tapete estava manchado e a bíblia estava arruinada pela água.

Tudo isto porque um pequeno prego desistira de seu trabalho!
E o prego?
Ao segurar o madeiramento do telhado, era obscuro mas era útil. Agora, enterrado na lama, não só continuara obscuro, como também se tornara um completo inútil e acabou comido pela ferrugem!

Tradução Sergio Barros